PATRÍCIA é jornalista e assina POETA. Eu sou ANGELA, Pedagoga e assino RAMALHO (o que não deixa de ter também a sua poesia). Fico pensando como seria divino assinar "Poeta" depois do nome. Até fiz uma poesia sobre isso! Esse blog é um espaço onde brinco com as palavras, fazendo aquilo que gosto. E o que eu gosto mesmo é de fazer poesias! Portanto, embora não seja PATRÍCIA, eu sou POETA!

quinta-feira, 13 de junho de 2013

AUTORES & IDEIAS, COM HUMBERTO WERNECK NO SESC MARINGÁ

O SESC- Unidade de Maringá, dando continuidade ao Projeto “Autores & Ideias” que acontece nas Unidades de Cornélio Procópio, Londrina, Foz do Iguaçú, Maringá e Paranavaí, trouxe ontem o escritor e cronista Humberto Werneck para um Workshop sobre “a crônica brasileira” (15h as 17h). Das 20h as 22h foi a vez do “Ciclo Literário” onde o autor respondeu questões formuladas pelo jornalista Marcelo Bulgarelli, com intervenções do público presente. 


Bastante informal, o mineiro Humberto Werneck que passou pelas redações da Veja, Jornal da República, IstoÉ, Jornal do Brasil, Elle e Playboy, fez uma explanação da trajetória da crônica, desde que surgiu na França até ser introduzida no Brasil, citando os principais cronistas que se destacaram no gênero ao longo dos tempos. 

Com muito senso de humor, brindou-nos com histórias engraçadas, dividiu experiências, falou sobre a arte de escrever e forneceu dicas incríveis aos interessados pela escrita. Registrei algumas das histórias contadas por ele, como o ensaio de JR Duran para a revista Playboy, com nada mais, nada menos que a filha de Fidel Castro. 

Contou ainda com muita graça, uma crônica feita sobre um copo de requeijão. Outra história que arrancou gargalhadas da plateia foi sobre Dilma Roussef, sua companheira de classe nos anos 60, em Belo Horizonte e que se tivesse ido adiante, hoje ele poderia ser “o pai do PAC”. 

Interessante também a história de um carro que (por farra), Chico Buarque teria roubado, junto com um amigo de infância. Werneck falou também sobre o boêmio Jayme Ovalle: músico, poeta, que compôs Azulão, com letra de Manuel Bandeira e que influenciou muitos intelectuais da época. 

Disse que é otimista em relação ao aumento do número de leitores no Brasil e citou o fato de ver crianças lendo e pais adquirindo livros aos filhos nas bienais. Sobre livros, aconselhou para nos "deslivrarmos" deles, no sentido de "deixá-los andar". Aproveitei a deixa e "deslivrei-me" de um exemplar do meu "De Abraços & Cheiros" e o entreguei a ele, autografado. Tremenda "cara de pau", pois trata-se da minha primeira tentativa de escrita neste gênero, do qual ele é "expert". 



Banner do projeto

Livreto contendo a programação e biografia dos escritores convidados

Apresentação do escritor

O escritor iniciando sua fala

Publico a tarde no workshop

Werneck falou aos estudantes de letras e alunos de jornalismo

A amiga escritora Vera Margutti, eu e Humberto Werneck 

A querida Laide do SESC Maringá e o escritor

Laide e Humberto Werneck

Vera, Laide e Werneck

A noite, com o jornalista Marcelo Bulgarelli

Público da noite na continuidade do evento


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