PATRÍCIA é jornalista e assina POETA. Eu sou ANGELA, Pedagoga e assino RAMALHO (o que não deixa de ter também a sua poesia). Fico pensando como seria divino assinar "Poeta" depois do nome. Até fiz uma poesia sobre isso! Esse blog é um espaço onde brinco com as palavras, fazendo aquilo que gosto. E o que eu gosto mesmo é de fazer poesias! Portanto, embora não seja PATRÍCIA, eu sou POETA!

domingo, 3 de fevereiro de 2013

MAIS AMOR!



MAIS AMOR! 

Tanto já se falou sobre o amor. O tema se faz presente em laudas e mais laudas de poemas, contos, crônicas e romances. Esse sentimento que nos leva ao outro, que nos aproxima e nos induz a proteger a pessoa por quem sentimos afeto ou atração, nunca deixará de ser explorado pelos poetas. 
Sentimento que pode nos levar à loucura. Sentimento de posse. Afinidade forte, capaz de extremos quando não correspondida, não compactuada. Afeto que pode virar ódio e repulsa, mas que não deixa de ser afeto. Intensidade de sentimentos. Paixão. 
Ser amado, dispor de um afeto verdadeiro, a humanidade suspira por isso! Afetamos ou somos afetados por outrem, mas nem sempre este sentimento é recíproco. Entender essa questão é a chave para não sofrer (ou sofrer o menos possível, já que sofrimento é inevitável).
Mas o amor não é apenas carnal. O amor possui outras nuances: O amor a Deus sobre todas as coisas, o amor ao próximo, o amor à humanidade, o amor aos animais, à natureza. 
Atualmente o amor assume outros nomes: Namoro, relacionamento, romance – é coisa do passado. Para os jovens o amor é rolo, ficada, pegação. Mas nunca se pode dizer que não é nada. Cada um tem suas características, suas sutilezas. 
Outros amores existem que não respeitam regras nem convenções sociais (amor livre). Houve um tempo em que fazer amor significava ter relações sexuais. Hoje em dia a palavra de ordem é transar, mesmo que o amor ali passe longe! 
Há pessoas que morrem de amores (amam demais) e outras nem tanto. Desistiram de amar ou dedicam-se a outros amores.
Estou aqui escrevendo sobre o amor de forma desinteressada. Porque tenho amor à arte. Dou importância a ela enquanto forma de criação e de expressão. E porque amores desinteressados para mim são os que contam! Estes duram para sempre e - cá pra nós - quanto mais falarmos de amor, melhor!
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